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sexta-feira, 20 de março de 2009

Torneios para crianças especiais

Atualmente, a APS Down conta com duas aulas práticas por semana em que mais de 30 alunos praticam o Karatê, supervisionados por professores e estagiários do curso de educação física.
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Bem que no Brasil poderia já haver torneios para crianças especiais no karatê. Trabalho direcionados a estas crianças já existem. Por exemplo o trabalho do professor de Educação Física e especialista em Educação Especial Mário Molari, que recebe alunos de diversas instituições de Londrina e região. Clicar aqui para ler o artigo.

No sábado passado ocorreu a XIV Campeonato Karate Do Do-Shikada Cup, na cidade de Barquisimeto na Venezuela, para os atletas da Escola de Esportes da Comunidade de Desenvolvimento Dojo Criança Especial "Arturo Gavidia" de Valera, que foi juntamente com sua extensão de Sabana de Mendoza (município de Sucre), chefiada pelo sensei Jesus Manuel Moreno e Ricardo Infante.

Houve uma excelente participação dos karatekas trujillanos: Angel Moreno ganhou o 1 º lugar kata e 2 º em Kumite, Regino Perez conseguiu o mesmo, enquanto Ivonne Salas ganhou 1 º lugar em Kumite e 3 º lugar em kata. Rafael Quinchoa alcançado 1 º lugar em Kumite e 2 º lugar em kata, Jorge David Rosales foi 2 º lugar em Kumite e Adrián González chegaram em 2 º lugar em kata e 3 º em Kumite. Gabriel Hernandez ganhou 3 º lugar no kata, Victor Viloria foi 3 º lugar em kata e Kumite, enquanto Jorge Campos chegou em 4. Kata.


“Este é o fruto que nos enche de orgulho", disse Moreno sensei, que anunciou o esforço feito por essas crianças, para ver as suas realizações concluídas.

O torneio culminou com o convite a profissionais do karatê e pais que têm filhos especiais, a incentivar a inscrição no ensino desta disciplina no Comando das Forças Armadas da Polícia Trujillo (Fapet).

segunda-feira, 9 de março de 2009

Karatecas com síndrome de Down graduam-se como 1º. Dan de Karatê



Karatecas con síndrome de Down son 1er Dan



O mês de março de 2009 foi um dia histórico para o karatê daVenezuela, quando três karatecas com síndrome de dow se apresentaram junto ao júri da Federação Venezuelana de Karate Do (FVKD), presidido pelo Sr. Arturo Ramón Castillo. A Associação de Karate do Estado de Lara (AKEL), presidido por Moraima de Olivieri, foi o anfitrião da contrapartida para a aprovação de 19 karatecas faixa pretas em diversos graus, que foi realizada no Ginásio das Artes Marciais, popularmente conhecidas como as gêmeas.


Neste grupo foram três karatecas com síndrome de Down, a saber, José Gregorio Rojas Monges, 25 anos de idade, CI N º V-16584677, Jose Carlos Salas, idade 28, IC V-15884296 e Josué Escalona Antonio Lopez, 26 anos, IC V-16531108, que há dez anos recebem treinamento por Dai Shihan Queral Noris Rosas foram aprovados na classificação de faixa preta grau 1.


Os três karatecas com síndrome de Down realizarm exames com a mesma consideração que os outros candidatos karatecas. Sem medo de equívocos, creio que na América Latina e, talvez, para além das suas fronteiras, pela primeira vez karatecas com síndrome de Down cumpriram a aprovação de faixa preta 1o. Dan na federação nacional, neste caso, a FVKD. Moraima de Olivieri e outros funcionários estão orgulhosos de ser a associação que tem dentro dela karatecas com deficiências cognitivas.


Dos Senseis que estiveram presentes, e os gestores do júri federal, após a conclusão do dia, houve palavras de elogio para o nível técnico alcançado pelo karatecas com síndrome de Down, que por sinal, quando completou sua revisão foram felicitados pelos outros. Os candidatos aprovados pulavam cheios de alegria, abraçaram-se mutuamente. Em seguida, vem o encontro com os pais, que abraçam os filhos, com os seus rostos cheios de alegria, partilharam com os outros pais que acompanharam as manifestações de alegria pela vitória dos meninos.

sábado, 6 de dezembro de 2008

Karate para portadores de Síndrome de Down

O karatê é uma arte científica, fazendo o uso de todas as partes do corpo para a auto-defesa. O grande objetivo do karatê é a perfeição do caráter através de árduo treinamento e rigorosa disciplina da mente e do corpo.

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Por: Camilla Sartorato do Blog Educação Inclusiva

Em Londrina, a prática do karatê vem melhorando a qualidade de vida de crianças e jovens com síndrome de down. O projeto de extensão “Síndrome de Down - Arte e Vida em Movimento com o Karatê” teve início no ano de 1999, com a proposta de receber crianças com síndrome de down nas instalações da Universidade Norte do Paraná (Unopar). Desde então, as atividades realizadas atendem cerca de 110 alunos.

O trabalho, idealizado pelo professor de Educação Física e especialista em Educação Especial Mário Molari, recebe alunos de diversas instituições de Londrina e região. A Associação de Pais e Amigos de Pessoas com Síndrome de Down (APS Down) foi a primeira associação parceira do projeto. Quando estabelecido o apoio, em 1999, cerca de 10 alunos, entre crianças, jovens e adultos participavam das atividades. Atualmente, a APS Down conta com duas aulas práticas por semana em que mais de 30 alunos praticam o Karatê, supervisionados por professores e estagiários do curso de educação física.

 ”O objetivo, além de melhorar a qualidade de vida dos alunos, é qualificar estagiários de educação física e mostrá-los uma outra realidade, além desenvolver atividades motoras necessárias ao down”, afirmou o coordenador do projeto, Mário Molari.

O conteúdo das aulas é organizado sobre a plataforma de duas matérias do karatê: o kata e o kihon. Kata são exercícios formais que desenvolvem o corpo e a mente através de formas, modelos, desenhos, executados de maneira encadeada e pré-determinada por linhas gráficas denominadas “embusem” e que seguem um ponto político e histórico de cada mestre. O kihon é o conjunto das técnicas que compõem o kata. Podem ser praticadas individualmente ou em conjunto. O kihon é a forma do movimento em si só, ou seja, são as bases, as defesas e os ataques. “No kata, os alunos fazem os movimentos e têm de voltar ao mesmo lugar de onde começaram, tendo noção de espaço”, explicou Molari.

De acordo o professor, o karatê trouxe inúmeros benefícios aos alunos, como concentração, postura, trabalho em equipe, força muscular, melhoria de aspectos neuromotores, esquema corporal, velocidade de reação, noção de espaço e ritmo. “O esporte serve também como inclusão social. Por exemplo, os que praticam esporte vão melhor na escola, principalmente, nas aulas de educação física”, afirmou.

Serviço

As pessoas que têm filhos com síndrome de down, de qualquer idade e que estiverem interessados no projeto, bastam comparecer a qualquer um dos locais onde são dadas as aulas de karatê e inscreverem os filhos. Os locais são a APS Down, na rua Plutão, nº 245, jardim do Sol; no Centro Ocupacional de Londrina (COL), na rua Açucenas, nº 100, jardim Colina Verde; na Unopar, no campus da avenida Paris, nº 675, jardim Piza; e nas Apaes de Rolândia e Arapongas. As aulas são gratuitas.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2008

Karatê contribui na socialização dos portadores de Síndrome de Down



Um projeto de extensão da UNOPAR (Universidade do Norte do Paraná) está ajudando crianças, jovens e adultos, portadores de Síndrome de Down, a conquistarem uma melhor qualidade de vida. Trata-se do projeto "Arte e Vida em Movimento com o Karatê", desenvolvido e coordenado pelo professor do curso de Educação Física Mário Molari.


Participam 17 pessoas, com idade entre 6 e 32 anos. O objetivo é proporcionar aos integrantes mais desenvolvimento, independência e socialização, além de benefícios físicos, como fortalecimento da musculatura respiratória, desenvolvimento motor, contribuição para a atenção visual, auditiva e tátil, melhoria da postura e equilíbrio.


As aulas, gratuitas, ocorrem às quintas-feiras, das 14h30 às 15h30, na sala de dança do Centro de Educação Física. Todos os participantes são da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), APS Down e Ilece.


Tudo começou há três anos e meio, quando dois irmãos – um deles, José Luiz Aparecido Flauzino, de 19 anos, portador da Síndrome de Down – foram matriculados em uma academia onde Molari ensinava karatê. O professor conta que a adaptação de José Luiz às aulas, a mudança no comportamento e o convívio de igual para igual com os outros alunos não passaram despercebidos. Daí para a criação do projeto de extensão foi um pulo. "Não existe dificuldade em lidar com portadores de Síndrome de Down. A aula é a mesma para qualquer aluno", diz Molari.


Hoje, os dois irmãos, José Luiz e Fabrício, já conquistaram a faixa verde, e participaram de diversos campeonatos.