sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Federação paralela: a nova invenção do Karatê brasileiro

A beleza do karatê desportivo sendo apagada por cartolas

Segundo Halan Duarte, presidente da Federação de Karatê Interestilos do Rio de Janeiro, o caminho das mãos vazias não é nada fácil de seguir, atitudes corretas podem ser difíceis de serem seguidas. Ele diz isso, pois no Karatê, a fase de proliferação de Federações parece ter chegado a um insuportável limite, mas não acabou por ai. O presidente foi surpreendido pela criação de um campeonato estadual de Karatê Interestilos que não surgiu de sua entidade.


O pessoal “das mãos vazias” não tem limite quando o assunto está relacionado a “cultura da divisão”. Como se já não bastassem as inúmeras federações ligadas as inúmeras confederações, eis que algo novo é inventado: Federações Paralelas. Sim, agora uma Confederação nacional pode ter quantas federações quiser, em um mesmo estado. Pena que a CBKI permita isso. Esta atitude, em vez de fortificar o Karatê interestilos no estado, só vai enfraquecê-lo em diversas federações, com diminuto número de academias, ou até mesmo uma federação por academia.


É a bagunça geral do Karatê desportivo! E, como dizia um velho conhecedor desta arte marcial, só uma atitude vertical poderia por ordem neste caos generalizado. Mas como disse Halan Duarte, presidente da FFKI, “talvez, não seja tão ruim quando algumas pessoas saírem do nosso convívio.” Por outro lado sabemos que ainda é a "União que Faz a Força"

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