O RankBrasil, Livro dos Recordes Brasileiros, certificou Kazuro Nakashima Diana pelo recorde de “Brasileiro com Maior Número de Títulos Mundiais Unificados Individuais em Karatê”.
Kazuro é natural de São Paulo e começou a desenvolver e a praticar a técnica do karatê aos quatro anos de idade, sob os cuidados do Mestre Sadao Saito.
Sem esconder sua base cultural, o atleta revela que descende de ensinamentos italianos e japoneses. “A parte oriental contribuiu com a sabedoria e a racionalidade no agir, enquanto a ocidental com a emoção, o sentimento e a força física”, afirma o recordista.
Na modalidade possui formação em Karatê Tradicional e Esportivo, é faixa preta desde 1990. Seu pai é Mestre 8° Grau, e foi quem outorgou seu 5° Grau de Karatê, em 2006. Seu primeiro Mestre Sadao Saito faleceu quando Kazuro tinha 15 anos e no momento, quem o supervisiona é o pai e o seu atual mestre 10° Grau, Mestre Takashi Miyagi que está no Japão.
A trajetória desse atleta descreve uma vida de muitas conquistas, mas principalmente de muitas lutas. E muitas lutas mesmo, ele contou a equipe do RankBrasil que já competiu e conquistou títulos nas mais difíceis condições.
O Vice-campeonato Mundial em 2003 na Rússia venceu com pneumonia e apenas um mês de treino, e no Mundial de Clubes da Itália em 2005, conquistou três categorias diferentes, dois ouros e uma prata. Pesando apenas 74 kg, lutou contra adversários com uma média de 1,90m de altura e que pesavam até 150 kg. Kazuro estava com o ombro direito deslocado, o peito do pé quebrado e os dedos anular e indicador da mão esquerda também quebrados.
“Neste Mundial de Clubes da Itália foram dois dias de pura raça e fé. E quando a fé é boa, o bom resultado é inevitável”, declara o atleta. Ele conta também que para conquistar seu primeiro título dos Jogos Abertos do Interior, treinou 365 dias do ano para se tornar campeão.
Com a homologação do recorde Nakashima acredita que as pessoas poderão ver a ponta do iceberg, que há muitos anos ficou submersa. Deixa claro que não se trata de unir o karatê mundial, mas sim de se dar o devido reconhecimento a qualquer praticante que possua competência no ramo, sem vinculá-lo a nenhuma bandeira, marca ou entidade, simplesmente reconhecê-lo por seus méritos e por seu trabalho.
Defende a idéia de que hoje o karatê está rotulado e com ele seus praticantes. “Nós fazemos o nosso rótulo e decidimos os nossos destinos, as pessoas esqueceram disto. O atleta faz a entidade, não à entidade faz o atleta”.
Além do karatê, Kazuro Nakashima é formado em auxiliar de contabilidade, técnico em computação, superior em ciências econômicas e cursando o 6º semestre de medicina fisio-terapêutica.
Kazuro é natural de São Paulo e começou a desenvolver e a praticar a técnica do karatê aos quatro anos de idade, sob os cuidados do Mestre Sadao Saito.
Sem esconder sua base cultural, o atleta revela que descende de ensinamentos italianos e japoneses. “A parte oriental contribuiu com a sabedoria e a racionalidade no agir, enquanto a ocidental com a emoção, o sentimento e a força física”, afirma o recordista.
Na modalidade possui formação em Karatê Tradicional e Esportivo, é faixa preta desde 1990. Seu pai é Mestre 8° Grau, e foi quem outorgou seu 5° Grau de Karatê, em 2006. Seu primeiro Mestre Sadao Saito faleceu quando Kazuro tinha 15 anos e no momento, quem o supervisiona é o pai e o seu atual mestre 10° Grau, Mestre Takashi Miyagi que está no Japão.
A trajetória desse atleta descreve uma vida de muitas conquistas, mas principalmente de muitas lutas. E muitas lutas mesmo, ele contou a equipe do RankBrasil que já competiu e conquistou títulos nas mais difíceis condições.
O Vice-campeonato Mundial em 2003 na Rússia venceu com pneumonia e apenas um mês de treino, e no Mundial de Clubes da Itália em 2005, conquistou três categorias diferentes, dois ouros e uma prata. Pesando apenas 74 kg, lutou contra adversários com uma média de 1,90m de altura e que pesavam até 150 kg. Kazuro estava com o ombro direito deslocado, o peito do pé quebrado e os dedos anular e indicador da mão esquerda também quebrados.
“Neste Mundial de Clubes da Itália foram dois dias de pura raça e fé. E quando a fé é boa, o bom resultado é inevitável”, declara o atleta. Ele conta também que para conquistar seu primeiro título dos Jogos Abertos do Interior, treinou 365 dias do ano para se tornar campeão.
Com a homologação do recorde Nakashima acredita que as pessoas poderão ver a ponta do iceberg, que há muitos anos ficou submersa. Deixa claro que não se trata de unir o karatê mundial, mas sim de se dar o devido reconhecimento a qualquer praticante que possua competência no ramo, sem vinculá-lo a nenhuma bandeira, marca ou entidade, simplesmente reconhecê-lo por seus méritos e por seu trabalho.
Defende a idéia de que hoje o karatê está rotulado e com ele seus praticantes. “Nós fazemos o nosso rótulo e decidimos os nossos destinos, as pessoas esqueceram disto. O atleta faz a entidade, não à entidade faz o atleta”.
Além do karatê, Kazuro Nakashima é formado em auxiliar de contabilidade, técnico em computação, superior em ciências econômicas e cursando o 6º semestre de medicina fisio-terapêutica.








